Reflexão
28 de Novembro de 2008
Caros Amigos,
Estamos no natal!
Encontrei na internet uma citação do último discurso de Charles Chaplin
“Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar-se possível - judeus, católicos… negros… brancos.”
Todos nós desejamos ajudar-nos uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar ou desprezar-nos uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A ganância e a estupidez envenenou a alma do homem. Criamos a época da velocidade, mas sentimo-nos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Os nossos conhecimentos fizeram-nos cépticos; a nossa inteligência, empardecidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas duas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
Será sonhar demais supor que a Paz e a Felicidade poderiam ser conseguidas simplesmente extinguindo-se o nome dos meses ou transformando-os em um só?
Ora, não me levem a sério. Esta pergunta faz parte da magia do Natal. E como toda magia, é só para sonhar com ela.






