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Antes de automatizar processos, há uma pergunta que a sua empresa devia fazer

Antes de automatizar processos, há uma pergunta que a sua empresa devia fazer

Porque é que muitas empresas continuam a automatizar processos errados?

A pressão para automatizar está em todo o lado. Todo o propósito da transformação digital assenta nisto.  Mais eficiência, menos tarefas manuais, mais rapidez operacional, e, por isso, muitas empresas avançam rapidamente para ferramentas, workflows e automação.

O problema é que, em muitos casos, estão apenas a automatizar processos que já funcionavam mal à partida, e isto cria um efeito perigoso: a empresa fica mais rápida, mas não necessariamente mais eficiente.

Antes de automatizar processos documentais, a pergunta devia ser outra

A maioria das organizações começa por perguntar: “O que podemos automatizar?”

Mas a pergunta certa é: “Este processo faz sentido da forma como está hoje?”

Parece algo lógico e simples, mas é aqui que se encontra a diferença entre automatização com impacto e automatização que apenas aumenta complexidade.

Há processos que têm validações desnecessárias, que dependem de demasiadas pessoas, duplicam informação e até existem apenas por hábito.

Automatizar isto não resolve o problema, apenas o torna mais difícil de alterar no futuro.

Automatização de processos: o erro de acelerar ineficiência

Este é um dos erros mais comuns em projetos de transformação digital. As empresas:

  • escolhem uma ferramenta 
  • criam workflows 
  • digitalizam etapas 

Mas não redesenham o processo e, portanto, o resultado costuma ser o mesmo:

  • demasiadas aprovações 
  • excesso de notificações 
  • fluxos difíceis de acompanhar 
  • pouca visibilidade operacional 

Ou seja, processos digitais… com os mesmos bloqueios de antes.

Como perceber se um processo está preparado para automatização

Antes de automatizar, é importante perceber:

  • quantas pessoas intervêm no processo 
  • onde existem atrasos recorrentes 
  • que tarefas são realmente necessárias 
  • onde existe duplicação de informação 

Muitas vezes, este exercício revela algo importante: o problema não está na falta de tecnologia, mas na forma como o processo foi construído ao longo do tempo.

O papel da gestão documental antes da automatização

Automatizar sem estrutura documental raramente funciona bem. Quando a informação está dispersa, sem classificação consistente ou sem controlo de versões, a automatização limita-se a acelerar desorganização. É por isso que a gestão documental deve surgir antes da automatização.

Soluções como o RWS da EAD permitem estruturar informação, centralizar documentos e criar workflows adaptados à realidade operacional da empresa.  A diferença está aqui:
não automatizar por automatizar, mas automatizar processos que já fazem sentido.

Workflow documental: porque é que simplificar vem antes de automatizar

Há uma tendência comum para adicionar etapas sempre que surge um problema. Mais uma validação, mais uma aprovação ou mais uma confirmação por email.

Ao longo do tempo, os processos tornam-se mais lentos e difíceis de gerir. Automatizar um workflow complexo sem o simplificar primeiro costuma gerar:

  • resistência das equipas 
  • perda de agilidade 
  • dificuldade em acompanhar estados e decisões 

Por isso, simplificar deve vir antes de automatizar.

Onde a automatização documental costuma gerar mais impacto

Quando o processo está bem definido, os ganhos tornam-se evidentes. Isto acontece especialmente em áreas como:

  • gestão de despesas 
  • processamento de faturas 
  • circuitos de aprovação 
  • correspondência documental 

Nestes contextos, soluções como o VALDOC permitem automatizar captura, validação, encaminhamento e controlo documental num único fluxo. O impacto deixa de ser apenas operacional e passa a ser estrutural.

Porque é que este tema é cada vez mais importante nas empresas?

Hoje, as organizações estão sob pressão para:

  • responder mais rápido 
  • reduzir custos operacionais 
  • garantir conformidade 
  • integrar sistemas e dados 

Mas automatizar processos errados cria exatamente o efeito contrário: mais complexidade, mais dependência e menos controlo.

É por isso que as empresas mais eficientes não começam pela tecnologia, mas pelo processo.

A automatização pode gerar ganhos enormes, mas só quando existe clareza sobre o que deve, e não deve, ser automatizado. Empresas que redesenham processos antes de automatizar conseguem ganhar eficiência real. As restantes acabam apenas por digitalizar ineficiências antigas.

Se a sua organização está a considerar automatizar processos documentais, pode ser útil começar por avaliar se os workflows atuais fazem realmente sentido e onde existem maiores níveis de fricção operacional.É nesse contexto que soluções como o RWS e o VALDOC, desenvolvidas pela EAD, ajudam a estruturar informação, simplificar processos e automatizar fluxos de forma mais eficiente e sustentável. Fale connosco.

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