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EAD prevê gestão documental de 35 milhões de documentos em 2017.

A EAD acaba de inaugurar um novo que, de acordo com o CEO da EAD, Paulo Veiga, é o investimento de «maior valor nos últimos três anos», com um montante de 1,5 milhões de euros a ser aplicado para criar m centro de operações «exclusivamente dedicado à custódia e gestão dos arquivos intermédios das empresas». Com este novo “trunfo”, a empresa tem possibilidade para expandir a sua actividade: sgundo Paulo Veiga, «a capacidade instalada é de duzentas mil caixas de arquivo», com a empresa já a ter «em custódia perto de cem mil», isto é, a 50% da ocupação da capacidade instalada. Para o responsável da EAD, mercado da gestão documental está outra vez dinâmico: «Os clientes querem optimizar os espaços que ocupam nos grandes centros urbanos e têm vontade de serem mais eficientes».

Em 2016, a EAD viu aumentar o número de documentos digitalizados; para 2017, Paulo Veiga prevê que o número de documentos digitalizados vai aumentar naturalmente: «Vamos ter mais clientes e a aquisição da Fin-Prisma e Dezembro de 2016 trouxe mais quinze milhões de documentos para o grupo». De acordo com o CEO da empresa, os valores para digitalizações e indexações deste ano chegam à previsão de «mais de 35 milhões de documentos», explicando ainda que esse número coloca a EAD num lugar de «liderança nacional» e a torna «um dos maiores players da Península Ibérica».

(in Business IT edição de novembro)

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