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Fortuna arquivada

Paulo Veiga gere 200 kms de arquivos de 250 clientes. Tudo começou há 11 anos, quando tropeçou em duas caixas de cartão com documentos.

Há 11 anos tropeçou em duas caixas de cartão. Curioso, descobriu que eram uma espécie de baús de documentos confidenciais, pertencentes a urna empresa que guardava arquivos mortos. “Já está! “, pensou. Paulo Veiga estava em Espanha. Depressa, voou para Portugal. Hoje é o guardador de 200 quilómetros de arquivo morto, equivalente à distância entre Lisboa e Coimbra. Este empreendedor tem 37 anos e dois metros de altura. Assim como cresceu, fez crescer o seu negócio, recentemente comprado pelos CTT.

Fonte: Revista Sábado Dezembro 2005

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