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Setor empresarial reflete sobre desafios para 2023

Económico Madeira

Gestores de empresas descodificam o que têm planeado para este ano e como vão responder à manutenção de elevados níveis de inflação e taxas de juro.

1. Qual a perspetiva que a vossa empresa tem para este ano na Madeira?

Apesar de todas as ameaças exógenas (estagflação, volatilidade dos mercados e a falta de recursos humanos), as nossas perspetivas são as melhores, não apenas por sermos otimistas mas, essencialmente, porque confiamos na Madeira, nos Madeirenses e nos produtos e serviços de excelência de gestão documental que disponibilizamos.

Desejamos ajudar os nossos clientes na região a serem mais eficientes e eficazes no controlo documental dos seus processos de negócio, na gestão do seu “back-office”.
Iremos também potenciar as parcerias existentes na Região, como é o caso da Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF) e da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas, Profissionais da Informação e Documentação e a parceria estratégica com o Grupo Trivalor.

Consideramos que a promoção do processo de transição digital é um passo muito importante para o tecido empresarial madeirense, agora apoiado também com o PRR, pois permitirá às empresas da Região utilizar as ferramentas tecnológicas como principal instrumento de trabalho tornando a sua atuação no mercado mais fluída, rápida, dinâmica e eficiente, potenciando a sua competitividade, melhorando a experiência do consumidor, cliente e mitigando a distância física decorrente da condição ultraperiférica.

2. Como a vossa empresa vai responder à inflação e ao aumento das taxas de juros?

Vamos responder com as armas que temos procurando a eficiência interna de forma a manter os preços dos nossos serviços o mais estáveis possível sem prejudicar a rentabilidade.

Otimizar processos de trabalho, otimizar a logística, negociar valores dos serviços externos, são três exemplos do que estamos a fazer nesta matéria.

Em termos financeiros, todos os investimentos serão alvo de estudos que garantam o equilibro entre capitais próprios e capitais alheios (vulgo Bancários). Apenas desta forma poderemos também mitigar efeitos do aumento das taxas de juro.

Em resumo, prudência, mas sem deixar de fazer o que temos de fazer para garantir o crescimento do nosso centro de operações na região.

Paulo Veiga – CEO da EAD in Económico Madeira, janeiro de 2023

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