Skip to content

TI debatem acesso e partilha de informações nas empresas

Uma melhor e mais eficiente proteção de dados, uma gestão documental mais automatizada e a mudança organizacional na automatização de processos. Foram estas as principais conclusões do I Encontro Transformação Digital na Otimização dos Processos Documentais, que decorreu no passado dia 14 de novembro, no VIP Executive Art’s Hotel, em Lisboa.

O encontro, promovido pela EAD – Empresa de Arquivo de Documentação em parceria com a Fujitsu, Totalstor e Spigraph, contou com a presença do belga JD Moons, fundador da CauptureBites e co-criador da Kofax Express, que explicou o funcionamento deste software de digitalização e captura inteligente de documentos, exemplificando com faturas portuguesas.

“As faturas são dos documentos mais complicados de tratar. Se conseguimos fazer isto, conseguimos fazer muito mais”, disse.

JD Moons sublinhou os benefícios de utilização deste software, nomeadamente o facto de conseguir ler os dados dos documentos através de um sistema de reconhecimento ótico de caracteres, exportando-os para sistemas de back end e permitindo validação avançada de dados.

Antes, Jorge Carvalho, sales manager da Sigraph Portugal, lembrou que “o papel faz parte do fluxo de trabalho das organizações, mas não é o mais eficiente devido ao tempo de acesso e partilha de informação”.

Jorge Carvalho defendeu, por isso, uma solução em que o “papel consiga imediatamente falar com as soluções de negócio”, o que só se consegue com um sistema integrado de desmaterialização, captura, classificação e identificação de documentos.

Por seu turno, Jesus Cabañas, diretor-geral de Imagem da Fujitsu Iberia, lembrou que “o mundo está a mudar” e que “não sabemos como será o nosso negócio daqui a cinco anos”.

Cabañas vincou que um dos grandes motivos para uma empresa ter um sistema de digitalização documental é o risco de não conformidade (compliance risk), nomeadamente devido ao novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), imposto pela União Europeia e que entrará em vigor em maio de 2018.

Da parte da EAD, Marco Santos explicou como funciona o Read Write and Share (RWS), um sistema de gestão documental em workflow, criado e desenvolvido pela EAD em 2014, “uma aplicação com customização total e transversal a todas as áreas de negócio”.

(in http://www.rhonline.pt/noticias/2017/11/16/ti-debatem-acesso-e-partilha-de-informacoes-nas-empesas/)

Partilhar artigo

Outros artigos

Jornal Económico

O que esperar em 2026?

2026 será um ano de ajuste à realidade. Com o fim do PRR, a economia portuguesa deixa de ter rede e volta a enfrentar os seus problemas estruturais.
Smart Planet

EAD reduz 55% da fatura elétrica e cria comunidade solar com a SES Energia

Projeto em Vilar do Pinheiro já em funcionamento reduz em 55 % a fatura energética da EAD e evita 23 toneladas de CO₂ por ano. A EAD e a SES
Dinheiro Vivo

Hiperconectividade tem “impacto direto” na qualidade dos serviços prestados na saúde

Saúde 5.0 beneficia sobretudo os pacientes e Portugal está na linha da frente da digitalização, diz responsável da Papiro. A convergência das tecnologias fundamentais para a hiperconectividade – 5G, IoT,